sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Querida, eu não acredito!


Como é que isso tudo coube dentro de você??

13 comentários:

MINHA ESPOSA COM OUTRO MACHO disse...

um dia quero dizer isso para a minha loirinha

Anônimo disse...

sempre quis ver esposa assim mas esposa topa depois arepende tem medo mas ainda vou ver esposa metendo com meu amigo roludo ele e doido para meter nela e sei que esposa e afim de meter com ele ainda vou arumar para os dois faz amor e vou gosar muito

Anônimo disse...

QUANDO O MEU MARIDO E, SÓ ELE ALI PENETRA, DEIXA A MINHA CONA CHEIA DE ESPERMA É SINAL QUE GOSEI BASTANTES ORGASMOS E CONCORDO QUE DE SEGUIDA META TAMBÉM NO MEU APERTADO CUZINHO PORQUE ASSIM FICA BASTANTE LUBRIFICADO E GOSO NOVAMENTE COM ESTA PENETRAÇÃO

Maria Gertrudes disse...

Falando eu para o meu marido dizia: olha querido coube isto e ainda muito mais se tal ouvesse,pois na cona aguento qualquer gossura e comprimento,quanto maior for mais prazer obtenho

Ricardo Mauro disse...

>>> Eu sou de Brasília-DF sou comedor de esposinhas. Adoro comer as esposinhas de meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o corno limpar tudinho. Tenho 34 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo. ricardaodf@hotmail.com ou (61) 9100-8848

Anônimo disse...

Há verdade nas palavras.
Um amigo meu, já coroa, aliás, somos, me confidenciou - numa tarde de uma quarta-feira chuvosa, tomando todas ! - que virou corno da esposa uns 8 anos atrás e com o consentimento dele ! Da primeira trepada extraconjugal da esposa, não pararam mais, sempre querendo ver tudo ! No início, disse 'João Luís' que ainda faziam o 'corno cruzado' mas, ele mesmo, acabava não satisfazendo a parceira no swing porque queria era ver a ' Marilena ' com os machos. Aquilo que deixava ele taradão era ser corno manso, sofrer !
Marilena é mulher especial. Hoje, com 53 anos, ainda é um tesão ! Linda, simpática e gostosa. Loira, de olhos verdes,a paranaense é um show. Onde chega, ilumina. João Luís é charmoso e ' bom comedor '. Dois filhos crescidos, pareciam um casal extremamente feliz um com o outro mas oque ele contou, me deixou surpreso. Ora, sabemos das putarias dos casais mas esperar de um amigo bem casado com uma mulher como a Marilena, realmente, às vezes penso que ele está de sacanagem comigo.
Procurando na internet, achei uma mulher parecida com ela, na época, mais ou menos, quando ela tinha 44 anos, ou seja, 8 anos atrás.

http://www.escritoriodosexo.us/2013/10-Outubro/esposaexibidadoriodejaneiro/10.jpg

João Luís, amigo de infância, entrou pelo cano. Em 2007, com 52 anos e sua esposa com 44 anos, com tinha dito, Lá, pelas bandas da praia do Cordeirinho, resolveu tirar umas fotos sensuais da esposa após tomar um porre de cerveja. Tinham comprado uma casa de praia nas proximidades e, com a praia vazia de segunda-feira, ele pescando e enchendo a cara e Marilena de rabo para cima, deitada, se bronzeando, deu ideia no chifrudo. Saiu fotografando a esposa de tudo quanto é jeito. Não se tocou que tinha um negão, com um pau enorme, se masturbando com a cena. Quem notou foi a Marilena mas já era tarde. Os dois viram o homem da bazuca negra esporar litros de esperma a ponto de deixar o João Luís paralisado com aquela exibição. Estava um cinco metros deles mas o casal não tinha notado. João Luís, recobrando os poucos sentidos que ainda lhe restava, foi falar com o negão carregando uma faca que usava para cortar as iscas e os peixes que pescava. " O cara era feio, olhar mau, assustador. Forte ! Já senhor, uns anos a mais que nós dever ter, 'negro quando pinta, três vezes trinta ', ou seja, mais de 50 anos porque cabelos brancos tinha. Aí, mesmo com medo, mandei essa, Qfoda: 'Tá olhando o quê ? Se manda !',' Comeria a bunda daquela dona com gosto se pudesse ! Que rabo ! Que cú enorme! Aceita uma pemba numa boa... Vai encarar, viado ? Cai dentro !', e eu arreguei ! Na frente da Marilena, com ela escutando tudo !"

Anônimo disse...

" O negro riu alto, balançou o pirocão já meia-bomba e ainda pingando, e foi embora dando de costas e levantando o braço direito e gritando para que nós ouvíssemos:'Corno manso!' ", João Luís falou e parou para pensar. Eu estava curioso com o que surgiu depois. Ele voltou ao relato. " Sentei-me na cadeira de praia e Marilena veio até a mim, fez carinho, olhei nos olhos dela e vi que tinha pena de mim. Mas era um carinho artístico. Daí, caramba, fracote, fiquei com raiva e explodi prá cima dela ! ' Porra, você não viu o cara se aproximando ? Você deve ter visto, sim... Estava se exibindo como sempre...', aí ela disse,' Eu ? Como ? Você é um louco, um tarado, a vida toda quis me exibir e eu topei, agora, quase 20 anos de casados você se sai com está ?' e, com muita raiva, disse a ela que deixou-a em xeque-mate. ' Marilena, não seja sonsa. Eu estava, sempre, de costas pro sujeito ! Eu enchi a cara, Marilena ! Você estava de frente para ele, Marilena, e ele é negro ! Com a areia branquinha, Marilena ! E ele me chamou de corno manso, Marilena '!, ela, se vestindo e arrumando tudo, nervosa, pediu para ir embora. No carro, já que nossa casa fica uns 10 km de onde estávamos, ela disse que realmente viu o sujeito e ele sorria. Pediu ele, com um gesto de silêncio, que ficasse em silêncio. Não mostrou arma nem faca, mas fiquei com medo. Foi quando ele tirou da calça aquele imenso caralho, grosso e comprido ! Uma imensa cabeça vermelha na ponta. Estou de óculos escuros e você não notou, João. Ele começou a se masturbar e o caralho começou a ficar duro e maior ! Fiquei entretida com aquilo. Nunca acreditei que fosse real...' e eu perguntei enquanto dirigia, '... o quê '? e ela respondeu: ' O tamanho do pau de um mega dotado negro ! Acha ser truque de filmes que a gente vê... Era uma imensa régua ! Você viu, então ? Quando fiz a pose, abrindo bem o rabo, ele mordeu o lábio inferior, fixou os olhos no meu rabo e intensivou a punheta. Foi aí que esporrou como um cavalo e aí você se virou e viu o final de tudo...E realmente, quis me exibir um pouco. O cara é um garanhão !', pedi para que ela não ficasse nervosa, tinha passado. Passamos por uma casa meia água e vimos o sujeito entrando nela. Tinha uma canoa e um fusca parado verde ao lado. Ele olhou e vi, pelo retrovisor, que ficou olhando até sumir com a poeira da estrada de terra".

Anônimo disse...

" Em casa, notei uma mudança no comportamento da Marilena. Nossos filhos não estavam e iríamos 'arrebentar' naquela noite. Nada aconteceu. E assim foi durante toda a semana. Conversávamos sobre tudo, um carinho e outro mas, trepar, nada. Sou um cara normal, sou de 16 cms. Falo a verdade, só pegava no sono horas depois de deitar na cama porque só pensava na imensa pica negra do sujeito. E, por, pensava em ver a Marilena gemendo e chorando, levando uma sova daquele atrasabosta gigantesco no rabo dela. No outro dia, decidido, conversei com ela. Abri o jogo. ' Marilena, já estamos experientes, vida segura. Nossos filhos nunca saberão. Posso entrar em contato com o sujeito...'. A Marilena ficou calada, nenhuma explosão de raiva. Continuei. ' Talvez você queira ter uma experiência com um bem dotado.Muitas mulheres sonham com isso. O cara parece ser humilde, não parecia ser má pessoa, se fosse, acabava comigo e te pegava de jeito ! Foi embora... Só uma coisa, como todo homem do povão, quer o rabo ! Só que o pau dele é de jumento...', e sabe o que ela respondeu, meu amigo ? ' Se rolar um clima, eu topo. Ser enrabada por uma bengala daquela é uma experiência e tanto. Você me ajuda, passa xilocaína enquanto mamo o pau dele. Antes, compra. Se estiver excitado, mete o teu primeiro, só para eu me acostumar...'
Rapaz, fiquei bobo com a determinação dela mas aquilo me deixou excitado demais. Sonhara com isso, ela sabia do meu sonho e queria realizá-lo. Só pedia um espelho para que se visse levando de todos os jeitos possíveis".

Anônimo disse...

" Depois do papo mais safado que tive na minha vida e justamente com a minha esposa, saí envergonhado comigo mesmo e, manso, peguei o carro indo em direção ao futuro amante de Marilena. Chegando, o negão estava colocando uma lona sobre o fusca. Acabara de chegar em casa. Quando me viu, fez cara feia. E assim começamos um diálogo: ' Venho em paz. Venho em paz. Preciso conversar com você uns minutos, posso ?',' Olha ! Não saia do carro. Fale daí mesmo...', ' Tá. Nós, eu e minha esposa, estamos interessados em você. Lembra daquele dia, semana passada ? Ela aceita e quer encarar o que tu carregas no meio das pernas mas eu tenho que estar junto dela...','... amigo, eu sou religioso., quase pastor. Minha vida, há anos, mais de 15 anos, é a minha religião, ajuda ao próximo e a pesca. Por favor, nada de mulheres. Aquele dia, foi uma recaída...',' Veja, qual o seu nome '?,' Francisco',' Seu Francisco, veja, ela quer e eu quero. Ninguém saberá ! Só nós três. Ela se impressionou e nosso casamento está balançado por causa do seu... cajado',' Não brinque com a palavra...',' Tá certo, com o seu membro avantajado. Quer sentí-lo dentro. E, cá entre nós, não só pecou pela masturbação. O senhor me xingou e mostrou querer possuir algo nela. Alguma coisa motivou sua valentia',' Saia do carro. Vamos conversar...'. E fui para a varando da meia água entrando na casa. Bem arrumada, uma sala, um quarto sem porta, só o vão enorme que separava os cômodos. A cozinha, com uma porta de acesso aberta. Outra porta, um bom banheiro porquê fui dar uma mijada. Simples mas confortável. Uma mesa com quatro boas cadeiras, um rádio a pilha. Um gerador de energia barulhento para uma pequena geladeira. Água ? Uma tremenda engenhoca com um capitação de água da chuva que é tratada. Água de beber, ele pega na casa de amigos. Mostrou as garrafas de pingas e revistas pornográficas. No dia, viu a gente passando e, com um binóculo, pensou em ver uma bela trepada. Na para fazer, bebeu e começou uma punheta vigorosa até ter ouvido algo na direção da gente. pegou o binóculo de novo e viu a Marilena fazendo poses. ' Fui até lá com o intuito de bater uma punheta escondido mas a sua esposa me viu. Fiz silêncio com as mãos e ela topou. Você estava curvado na barraca, de frente para o mar, não me viu. Pegava algo...','... mais uma cerveja...',' Ela sorriu para mim e aí, meu chapa, botei o berimbau prá fora e bati uma gostosa bronha olhando aquele belo rabo. Cara, que abertura de cú tem a sua esposa',' É tua tara, o rabo ?',' É. Mas quem não é tarado por bunda se país ? Não seria eu, mesmo há anos de ver uma, tocar numa, que não gostaria da fruta...',' Você toparia comê-la ?',' Quê ? Aquela bunda maravilhosa da sua esposa ? Claro !',' Não só o rabo, ela toda... a boceta, a boca...'. ' Tudo bem, ninguém irá saber mesmo. Quando ? Onde ?',' Aqui...',' Aqui ?',' Sim. Mas eu pediria para você nos pegar em...' e disse o lugar, numa outra cidade, turística, em estacionamento de um pequeno shopping. Seria uma viagem bastante desconfortável num fusca mas seria mais seguro.' Pago a gasolina e ainda te dou uma grana depois. Ah, tu tens um bom espelho ?', ' Não. Só aquele...', e apontou para ele, no quarto. Era um espelho móvel, bem antigo. ' Ótimo ! às 7 horas da noite, lá. Esperamos você '."

Anônimo disse...

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Esperamos até as 7:30 da noite e ele chegou. Entrei e me alojei no banco de trás. Marilena foi na frente. Na estrada,no escuro, Francisco mandou ela segurar no pau dele. Ela segurou, por cima da calça de moleton. Fazia frio, coisa estranha, mas era inverno. Inverno no estado do Rio de Janeiro. Ela segurou e virou-se para mim, rindo: 'É muito, muito grosso !' Todos, eu inclusive, riram. Pedi para tirá-lo do moleton. Franscisco estava de banho tomado, cheiroso. O imenso pau ainda meio mole, foi exposto.Ele dirigia mas segurou, com a mão grossa, a nuca da minha esposa e foi trazendo até a cabeçorra vermelha, enorme. la foi abrindo a boca e abocanhou. Me curvei, deitei-me no banco do fusca e entre os bancos da frente, vi a Marilena mamando aquela cobra negra gigantesca graças as postes de iluminação que passavam na estrada. Deu delamber e morder o imenso caralho. O Francisco pediu para que pegasse, naquele espaço entre o banco de trás, onde estava, óbvio, e o motor, sabe ? Uma garrafa. De pinga. 51. 'Bebe...', pediu, '...depois, me passa. No gargalo', completou. Passou até para a Marilena. Ela parou de mama-lo porque ficou com medo de acidentes. O pau estava tão duro, mas tão duro que não amoleceu mais. Parecia uma cobra de verdade. Marilena olhava entusiasmada para ele, como se venerasse o pirocão. Temia por ela mas ela não parecia estar mais com medo. 1 hora depois, chegamos na estrada de terra que dava na casa dele.
' Como a senhora vai querer quando chegarmos em casa ? Não dou uma bela gozada desde aquele dia. Na boceta, na boca, ou no rabo ? Pense, você. E seu marido também...'."

Anônimo disse...

" Meu amigo, jogar esta responsabilidade para a gente ! Saiu do carro com o pau para fora e andou até a porta do casebre. Entrou. Logo, uma luz de lampião acendeu. Depois, outra. Marilena permanecia no carro comigo esperando que falasse algo. Fiquei quieto. Alás, detonamos a garrafa de 51, portanto, estávamos de porre. Ela começou a falar. ' Jozinho meu... que que eu do primeiro... diz aí, vai ?',' Marilena, o rabo é seu, a boceta é sua e a boca é sua... Só que você vai encarar um caralho imenso e, se ele é como todo homem, quando entrar, não quer sair sem o trabalho estar completo !',' Você me ajuda, morzinho...',' Como ?',' Daquele jeito... aquele, que te disse hoje, de manhã...',' Xilocaína ? Tá aqui',' Não, a xilocaína vem depois... Primeiro, algo para lubrificar, depois, o teu pintinho. Após o teu pintinho, um pouco da xilocaína, aliás, usa o seu pintinho passar a xilocaína...',' Você está uma verdadeira puta rampeira, Marilena',' Vamos ? Tô morrendo de tesão ' ! Pedi que ela ficasse porque teria de falar com o cara. Precisei de muito lero com o negão e, para ele entender, foi uma dificuldade. Queria meter primeiro ! ' Meu chapa, não tem essa ! Aquele rabo tem que receber a carga de primeira, depois, se você quiser se divertir, como um bom corno, tudo bem ! Deixa comigo.. ela vai adorar... Quer dar a bunda. Quantas mulheres iniciam a transa assim, hein ? Periga dela se apaixonar... Só aprecia o momento...',' Ela não irá topar, não...', disse pro cara. Falo a verdade, Qfoda. Estava querendo ver o bicho preto pegar com vontade na Marilena. ' Como você fará ? Vai usar o que, então, para lubrificar '?, perguntei. ' Calma, moço, calma. Será de quatro, no banco de couro preto sem encosto que parece uma cama, e é, pros convidados que nunca recebo. Tá vendo o espelho ? Me ajuda a coloca-lo de frente. Tá vendo a cadeira. Você se sentará ali. Vou te amar e botar um pano na tua boca. Quando ela entrar, direi o que resolvemos fazer. Senta lá, porra'! E eu sentei ! Na cadeira e fui amarrado. antes, tirei o pau para fora..."

Anônimo disse...

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" Marilena tirou a roupa e entrou só de calcinha ! Quando me viu amarrado, perguntou o porquê para o Francisco: 'Chicão, o que é isso ?',' Pedido dele, minha rabuda gostosa. Quer que eu faça o que você quer, com delicadeza, e ver tudo...', disse e eu tentava falar mas não adiantava. ' Vai doer, meu querido ? Bota bem devagarinho...', disse a minha esposa, andando como uma garça sendo levada pela cintura, para o local do 'abate'. Fique de quatro, aqui, minha deusa. Quer mais um gole de branquinha ?',' e serviu um copo pela metade de cachaça para ela. De quatro, no banco de couro preto, talvez roubado ou dado, de um consultório ou escritório quaisquer, ela se postou de quatro lá. Ela se olhou, primeiro, para o espelho. Sorriu olhando prum negão babão, sim, ele babava e olhava sério, olhar parado pro rabo dela. O pau, volumoso, endurecido, fora da calca, nem tirou o jeans roto. Pulsava para cima e para baixo. Afastou a calcinha para o lado e mandou a língua, com vontade, no cú bem aberto de Marilena e mordia as bandas da bunda, selvagem. Como eu sabia, não vendo já que de frente estava ? Ela mesma.
' Aí, que língua dura, Chicão ! Morde... chupa a minha boceta ! Morde, filho da puta ! Morde a minha bunda, safado '! Ouvia aquilo e fiquei de pau duro, duro ! também, meu amigo, linda, com o rosto transmitindo tesão, sorria a cada fodida da língua do agora Chicão. Sim, ele enfiava a enorme língua dele no cú dela ! Sem nenhum nojo. ' Qué xilocaína, então, onde está ? ',' Tá com o Joãozinho, no bolso dele'. E o Chicão veio até mim e procurou achando e tirando com dificuldade e violência o tubo de xilocaína do meu bolso esquerdo. Passou na língua, foi para trás do imenso rabo aberto da Marilena e enfiou de novo a língua no cú dela de novo ! E aí ela sentiu por que via o movimento do negão atrás dela, num entra e sai incessante ! Sendo enrabada por uma língua ! E ele agarrou a bunda dela com força. As mãos negras seguravam as bandas da bunda deixando marcas. Tapas eram dados ! animal ! Ela gemia, gemia...
Parou, bebeu mais um copo de cachaça, fez gargarejo com outro copo da bebida, cuspindo no chão, Marilena via tudo, surpresa e sem sair da posição, rabo pro alto !, e passou mais xilocaína na língua,a gora, na ponta. Foi com a língua para fora e mirou no cú da minha esposinha. Parecia, agora, passar nas bordas do cú pois se revirava atrás da bunda. 'Pronto, gostou ? Agora, vou pegar o lubrificante na cozinha' e saiu com o pau duro para fora, passando por mim na direção do lugar. Mexia num armário e logo voltou com uma garrafa com um produto de cor branca dentro. Ele, parecendo ler os meus pensamentos, mostrou o rótulo. Nunca esquecerei: 'Banha de porco Grassi 2lt'. Mostrou para a Marilena, que, vendo, riu ! Puta ! Ele jogou a banha no caralho negro, na glande e no tronco. Depois, falou: ' Chegou a hora, muié. Despois, cê sairá minha daqui...'. E foi para trás dela mas, agora, eu vi ele todo e o imenso caralho, aquela régua negra grossa, que ele segurava pela raiz, procurando o cú já amaciado, pela própria língua, de Marilena...
Rapaz, foi mágico. A glande, por ser vermelha, e estar quente, o caralho deveria estar pegando fogo, a gordura de porco derreteu... Bem, estava calor dentro da casa e o chicão suava em cima da Marilena, que, recebia o suor dele nas costas e na bunda, deu para ver, de onde estava a imensa cabeçorra forçar passagem pela bunda e cú da minha esposa. Só a glande ela deu um gritinho mas sorriu. ' Aí, nossa ! É enorme e rasga mesmo ! O trabalho de língua, valeu muito, mais que o seu pintinho, Joãozinho...', olhando para mim que, de pau durinho, olhava o negão suado e babão segurando-a pela cintura e empurrando, centímetro por centímetro, o imenso caralho para dentro daquele rabo guloso. Ela se segurou toda no banco e corajosamente deixou o Chicão avançar."

Anônimo disse...

" ' Mais da metade já foi..., guenta, muié, guenta, potranca da bunda carnuda '!, dizia Chicão, sorrindo e suando em bicas, já começando as estocadas mas ainda serenas. Ela gemia mas aguentava dizendo ' um tá doendo... tá doendo...' que mais parecia um pedido para uma curra do que outra coisa. E foi o que o Francisco fez, as estocadas passaram a ser mais violenta, com ele bufando próximo a orelha dela, falando palavrões como ' sente sua puta, sente, a minha piroca veiúda dentro desse cú apertado que vai ficar arrombado e nunca mais o seu corno chifrudinho irá meter sem se lembrar de mim ! Chora, potranca, chora, porque agora você vai sentir falta do seu negão da praia do cordeirinho...', e , por dez minutos, ela sentiu a imensa pica e já gritava feito louca, dizendo que iria se mijar toda, depois, que iria gozar e gozou ! Gozou quando sentiu o pau do negão, quase todo dentro, uns 25 cms de pica, sobrou um pouco, disse ele numa de sua paradas porque não conseguia mais entrar, só rasgando, começou a pulsar e não parecia que nunca iria parar de expulsar porra quente no cú dela. Aquilo deixou-a louca de tanto tesão que pensei que os vizinhos, a 10 kms, iriam escutar.
Chicão tirou o pau, já meio mole e ainda com porra e ela se virou para mim. O chicão, gentilmente, tirou o pano da minha boca e eu, impressionado com o imenso buraco do cú que expulsava porra branca e leitosa, perguntei:
'Como é que isso tudo coube dentro de você??'
Meia hora depois, mais uma trepada, agora na boceta. depois mais outra e de manhã, a derradeira. Dormiram juntos e eu no banco de couro preto.
Ela se apaixonou mas o Chicão quis outras e minha cunhada, sem o corno do meu irmão Olavo saber e sem a Marilena saber, deu para o negão. Sim, a Luana. Luana, aquela morena da bunda grande, como a Marilena, toda religiosa, num erro, levou-a até o Chicão, num final de semana. Uma tarde de sábado, quando eu e o Olavo fomos ver o Botafogo contra o Cabofriense num estádio próximo, diz a Marilena que a Luana saiu no carro deles dizendo ir até o supermercado. Viu que não pegou o trajeto para o estabelecimento. Esperou um pouco e viu ela passando pela litorânea em direção do amante. Pegou a bicicleta, isso, a bicicleta, e pedalou até lá !
pegou a religiosa no ato !
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O pau comeu após a gozada do amor dela... Para guardarem segredo, disse ter caído no chão de cara já que ficou com um hematoma no rosto devido um soco bem dado por Marilena.
Bem, daí, virou puta, e entramos no swing mas não é a minha praia. Gosto de ver ela trepando com negões e já vi até DP. Chicão não ficou mal. Tem agora, graças a Luana, um exército de fêmeas que procuram eles. Todas, religiosas e deliciosas..."

Mestre Qfoda