segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Querido... eu fiz o filho da vizinha gozar!


- O quê?? Como assim, meu amor?
- Simples... Eu sempre percebia ele por trás da cortina batendo punheta e me observando trocar de roupa. Lembra que te contei isso e você disse pra eu provocar, pra eu deixar o garoto ver, fingir que não percebia ele ali? Então..  Você incentivou e eu resolvi dar corda. E ficava olhando ele masturbar aquele pauzão enorme, isso foi me dando vontade até que hoje encontrei com ele saindo do elevador. Você tava no trabalho, chamei ele pra entrar e pedi pra me ajudar a instalar a nova tv. Tudo mentira, é claro... fui logo abaixando a blusa e dizendo que sabia das punhetas, e que o pau dele era uma delícia. Quando meti a mão já estava duro feito uma pedra, e o menino sem entender nada. Punhetei muito enquanto ele mamava em mim feito um bezerrinho. Acho que ele nem acreditou... gozou rápido demais! Tá calado, amor... Tem algo a dizer?

- Sim... E ele? E ele gozou muito?

- Demais, querido. Acho que nunca vi tanta porra. Vários jatos imensos. Me melecou toda enquanto gemia rouco e tremia as pernas. E eu adorei! Depois ficou super sem graça e preocupado, perguntando se você não iria chegar. Se limpou e foi embora. Gostou da surpresa?

- Adorei, minha putinha. Tô de pau duro só de você contar, olha aqui...

10 comentários:

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Anônimo disse...

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Minha querida esposa tem 51 anos e éum fogo só! Já avó, procura desesperadamente pelo ' poço da juventude ' o que eu sempre disse à ela ser uma tremenda de uma besteira. Claro que ela sabe não existir tal coisa mas uma vizinha mais velha, uma bruxa dos tempos modernos disse saber o que realmente procurar. Sendo casada comigo há 30 anos e tendo eu 59 anos e já 'acabadão', ela estava muito tristinha um dia e, após um bom vinho no jantar, confidenciou-me o que ouviu da vizinha, uma mulher de 80 anos. 'preciso de um jovem caralhudo, que tenha uma pica maior que 24 centímetros.Quanto maior e mais grosso melhor ! Cabeçuudo ! Preciso beber a porra dele e que seja essa seja farta. Depois, uma semana após, preciso que ele me enrabe. E que esporre duas vezes sem tirar o caralho da minha bunda. Mor... ela disse que é tiro e queda. Ficarei mais jovial e mais alegre. Você me ajuda'? Disse-me quase chorando. Estava angustiada. Eu já estou gordo, calvo e meia-bomba. Pensei, pensei. Trabalho numa viação e sou diretor lá de contabilidade num escritório longe da garagem. Poucas vezes passo por lá. Muitos rapazes são mecânicos, cobradores e até motoristas. Fazemos viagens interestaduais. Era só procurar o sujeito certo. 'Quantos aos ele precisa ter, Vana?',' Até 23 anos ',' Posso assistir, por segurança...','Pode'.

Anônimo disse...

Bom, saí à campo procurando o sujeito. Fui mais frequentemente as proximidades da garagem tomando o cuidado de ficar a distância. Usei um binóculo. Como existia uma pequena elevação, um pequeno morro com casas, e ficava lá observando os fundos da garagem. Duas semanas depois obtive sucesso. Um rapaz, negro, conversava animadamente com um colega. Os dois pararam num anto longe, próximo de uma arvore e o rapaz negro, que parecia mais ligado ao setor de estoque de peças. O escritório deste setor.

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Ele tirou o pau para fora da calça e começou a mijar. A coisa era enorme ! Comprida e muito grossa ! Me assustei mesmo sendo o 'pornocinéfilo' daqueles há mais de 40 anos ! Já vi de tudo ! Desde as pornochanchadas eróticas passando pelos filmes suecos, depois os americanos e italianos. E os nosso, também. Vivo em sites e, talvez, pro isso mesmo, tenha abandonado a minha esposa. Ela continua supergostosa mas, sei lá, ela também perdeu o tesão em mim. É recíproco. Parecia ter uns 23, 24 anos. Tudo bem. Magro, altura boa.

Anônimo disse...

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Fui para casa pensando em como chegar no rapaz. Óbvio, teria que segui-lo. Quando contei à Vana, ela ficou excitada. Sou bom em contar histórias mas deixei-a um pouco apavorada. Antes de mim, um pinto de 16 centímetros, ela encarou um cara do Méier. Morávamos na Tijuca e ela só teve coragem de me contar o que aconteceu antes do casamento quando já namorávamos firme há 2 anos. Me contou uns 20 anos depois de casado. Eu tinha errado naquela época. Comi uma puta de luxo e contei para ela num acesso de raiva já que começava a me evitar.' Ufa. Estamos quites...','como assim ?',' Pô, eu te desvirginei..','... Alfredo ! Se liga. Tenho boca e bunda gostosa. Naquela época então... Cú !',' Fiquei com ódio já que poderia ser um amigo mas ela me acalmou. 'Quem' ? Coisa complicada. Na época, os pais dela tinham ido viajar. Ela, com 19 anos, foi passar duas semanas na casa dos tios com a prima enquanto o apartamento deles estavam pintando. O pintor era um negro de idade, uns 60 anos, o senhor Joel. Eu conheci o cara ! Era de confiança. Era... Tinha deixado ela, num sábado, após ter ido à praia da barra e ao motel, na casa do tios. Estava queimada de praia ! Marquinha na bunda e tudo mais ! Era uma 'gordinha' tesuda ' com um rabo delicioso ! Eu, babaca, nunca tinha ido ao rabo dela. Vergonha... Como todos os rapazes e homens, machos, de olho naquele rabão ! Ela se fazia de recatada. Uma vez tentei botar o dedo, fazer uma massagem anal e fui rechaçado !

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Bom, ela foi para a casa dos tios, os tios foram ver um show do Roberto Carlos e as duas, ela e a prima, beberam duas garrafas de vinho. A prima 'desmaiou' e ela estava zonza, zonza e foi procurar algo na cozinha como um figatil da época. não achou nada e, cambaleando, foi até a casa dela porque, lá, tinha. Abriu a porta da apartamento, todos os móveis no meio da sala, e ouviu o som de um rádio com música popular, bem popular. Foi entrando e, na cozinha, o Joel, de cuecas, fazia um bifinho com arroz e ovo, tudo mexido, e bebia uma cachaça. Fazia calor. 'Primeira coisa que notei foi no tamanho do pau do Joel ! Era enorme ! Estava meia bomba, deveria ter uns 23 centímetros ou mais, sei lá '!, me disse ela. Ele tomou um susto quando viu a Vana. Ficou parado, lá, segurando a garrafa de cachaça. Logo, por ser mais velho, recobrou a consciência e tirou a comida do fogão, desligando a chama. Ele pediu desculpas. O que era para entrar e pegar um remédio, virou um papo. Ela, com o vinho na cuca, disse que não tinha nenhum problema porque não era para estar lá.Vendo um vilão no canto da cozinha, perguntou se ele tocava. E como ! Era um violeiro dos bons ! Vana nunca tinha escutado sertanejo, nada de música country ou sertanejo universitário, coisa boa mesmo. Moda de viola. O Joel tocou várias ! Quando chegou, eram 8 horas da noite. As 10 horas da noite, ele ainda cantava e notou que ela não só olhava para ele tocando violão ou sua voz grossa e sim, quando ele se levantava, para o pau dele. Um instante, ela não tirou mais o olhar do pau veiúdo do senhor.

Anônimo disse...

Uma correção. 'Desvirginei' deveria ter vindo entre aspas. O rabo dela que era virgem, não a boceta.

Claro, o pau do homem endureceu. Uma loirinha, de olhos verdes, seios com os bicos duros, coxuda e bunda grande, de olho no teu pau sem parar... 'Posso ver'?, perguntou ao senhor Joel. Ele, então, com toda experiência da vida, tirou o pau para fora ! 'Era cabeçudo, tronco grosso. Dava para segurar com as duas mãos o troncos cheio de veias e sobrava ainda dele mais a cabeçorra'. Peguei as mãos dela, uma vassoura, juntei-as nela mandando ela segurar como se fosse o pau dele. E deu 14 cms. Fiquei feliz !' Era bem mais grosso... Mais, Alfredo, muito mais ! Aí ! Quanto deu ?','21 centímetros'.
E como ele comeu a bunda dela ? Bom, depois de segurar a trolha do coroa, 'dura feito aço e com um imenso rasgo na ponta da cabeçorra vermelha, não resisti e metia a boca '! Disse ela. Mamou, lambeu, mordeu, mamou. Como maxilares doendo, perguntou se ele não iria gozar. ' Moça... eu não como uma mulher gostosa há 5 anos ! Só na punheta !',' Mas, não posso dar a minha bocetinha. Vou casar ! Sou virgem '! É de rir, já não era.' Moça, na sua boca eu vou gozar esta imensa quantidade de porra ? Sim, eu gozo feito cavalo... e gosto que as mulheres engulam tudo...', ' Mas, seu Joel, como vamos fazer ?',' A senhora temum bumbum bem calpígio...',' Que, senhor Joel, cali o quê ?', 'Calipígio, Deusa Calpígia... A deusa da bunda perfeita. Sua bunda é redonda,carnuda, macia e dura ao mesmo tempo....',' Mas... vai doer !', ' Nada ! Respeito a senhora ! Boto aos poucos, devagar. A senhora vai sentir o leite escorrendo quente no rabo ! Passo azeite no tronco e ele desliza fácil ! E não perdes a virgindade e ainda não engravida ! Vamos ? Mulher é corajosa...'. E ganhou a Vana. Foram para o sofá da sala, ela empinou bem o imenso rabo pro Joel e ele foi mestre. Meteu a língua primeiro, brincou. Depois os dedos. Fodeu. O bico do palhaço, quente, todo azeitado, primeiro. Depois, mais azeite e aí a cabeçorra entrou, devagar. Parou. Pediu para que ela rebolasse. Notou que faltava um bom espelho. Mulher gosta de se ver sendo enrabada ! Tirou a cabeça do pau e perguntou se tinha um. Tinha, no quarto da mãe. Um portátil. Colocou estrategicamente de frente e inclinado, em cima de uma mesa, para que ela visse o caralho dele penetrando a imensa bunda dela, queimada de praia, com marquinha de tanga. Botou tudo !Rasgou e ela chorou mas... gozou ! Via o macho negro enfiando com vontade e mudando de senhor humilde para um diabo que dava palmadas no rabo dela, palmadas forte ao mesmo tempo socando-o com força como uma estaca dura com ponta mais larga, entrando e saindo, roçando as bandas da bunda e alargando o cú, falando impropérios nas orelhas dela, coisas que nunca tinham. Segurava o rabo de cavalo dela com uma das mãos chamando-a de égua ! A outra,, conseguia segura-la para que não fugisse. Ela gritava mas ele botava a mão do rabo de cavalo na boca dela abafando os gritos. Doía, doía, mas adorava ver pelo espelho aquele homem velho com olhos fixos na bunda dela e nos olhos dela, sério, feio, bufando, babando, suando, molhando as costas dela com saliva e suor ! Ela mesmo suava frio. Era ruim e bom ao mesmo tempo. Era fêmea ! Na hora da porra, foi quando, pela primeira vez, gozou. A pulsação do pirocão expulsando 'litros' de porra fez com que ela, já relaxada e aceitando o 'intruso', gozasse. Quando o pinto saiu, a porra escorria do cú descendo pela a polpa da bunda e escorrendo pela perna ! Nunca tinha gozado. Mentiu uma vida toda. Diz ela que gozou comigo mas não acredito. Diz também que nunca mais encontrou o Joel. Bom, dizia que meu pau alargara a boceta dela. Isso, com um ano de casados.

Anônimo disse...

OBS: a primeira foto não apareceu por erro meu. Minha esposa parece com essa dona aí, hoje. A bunda, caramba, é igual ! Com marquinha de praia. O cabelo, é o mesmo !

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Anônimo disse...

E a vida continuou até chegarmos ao presente. Um jovem pirocudo que deveria comer o belo rabo dela e que ela, primeiramente, deveria mamá-lo e sorver todo o seu 'leite', isso porque uma vizinha - bruxa velha - conseguiu fazer a cabeça de uma mulher extremamente sensual cujo o marido não a procura mais e este tinha a incumbência de achar o jovem comedor, como um bom corno manso e assim a esposa a remoçar anos ! Sabia que a velha bruxa transformaria minha esposa e puta e ganharia com alguma grana. Já vi isto acontecer. Putas de luxo mais velhas são geralmente agenciadas por mulheres mais velhas, as cafetinas de luxo. Um jogo perigoso mas que dá muita grana se feito com muito cuidado.
Procurei o rapaz novamente e segui-o. Costa Barros fica longe. Lá pros lados da Pavuna. Ele foi num carro que parecia dele próprio, um Uno 1.4 modelo novo. Chegou numa casa de classe média baixa, saiu do carro, abriu o portão, botou o carro dentro e fechou o portão. Saí do carro e fiquei por horas lá. Perigosíssimo. Pensei e ver o meu carro depenado mas nada aconteceu. Uns dias depois, voltei bem cedo. Para ver o movimento da casa. Ele saiu e ninguém mais saiu ou entrou na casa. Morava sozinho. Na garagem, numa falsa visita, soube do nome dele. Jefferson. Era de Minas e ótimo funcionário. Agora, precisaria me aproximar do rapaz. Como ? Resolvi levar a Vana logo, até o rapaz. Na casa dele. Alugaria um carro. Simularia um problema no carro. Pediria ajuda à ele. Plano simples. Ela iria extremamente sensual. Uma isca. Óbvio, seria fisgada e comigo junto.

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Anônimo disse...

Fiz o prometido. Ela foi toda gostosa e paramos justamente na porta dele às 16 horas. Escolhemos um dia chuvoso, um sábado. Chegando, a chuva tinha dado uma estiada, toquei a campainha e ele atendeu. Voz grossa, poucos amigos. Notei ter mais de 23 anos. Pedi ajuda dizendo que o carro estava com defeito 'engasgando' e antes de ajudar olhou bem para os lados. Vendo a Vana, toda gostosa, mostrando o belo e imenso rabo num vestido branco bem justo, fechou a porta e abriu o portão. Como era um siena, ou seja, fiat, mesma marca que o carro dele, tentou ajudar mas não entendia patavinas de motor. Caramba, e trabalhando numa garagem de viação.Ofereceu que entrássemos. Pediu para que eu estacionasse dentro da casa, na frente do carro dele. Não tirava o olhos da bunda da Vana. Fiz telefonar para o nosso seguro e dei o endereço. Uma hora, duas, três horas depois e nada dos caras chegarem. Óbvio, como tina dito, 'fiz', simulei uma ligação. Neste espaço de tempo, enchemos a cara de cerveja. Vana foi extremamente solícita, simpática e muito conversada com o Jefferson. Riam de tudo. Começou a gargalhar, efeito do álcool. Me fiz de inocente. Corno ingênuo. Ela perguntou se tinha pagode para ela dançar um pouco. ' Claro, madame. Deixa comigo...'. Logo estavam dançando os dois juntinhos. Eu só olhava. O Jefferson era malandro.'Acha que o seu marido está com ciúmes, olha lá, dona Vana...','... que nada, Jefferson, isso até deixa ele bem excitado. Ele gosta de me ver dançando com outros homens e tinha pedido para me ver, já que sou branquinha, dançando com um negão de pica enorme ! Aliás, que coisa é essa aí, um celular no bolso ?
Deixa eu ver '! E ela pois a mão ! Como se assustada, tirou ! ' Menino, oque que você tem aí ?',' Me desculpe mas a senhora, rebolando, se roçando mais a cerveja, endureceu...',' Caramba ! Posso ver ? Mor.. posso '?, perguntou para mim. ' Claro, querida. Rapaz, estamos nós três. Uma jovem senhora não pode ficar no desejo...'. O Jefferson tirou o caralho para fora e aí ela encarou o problema que tinha que resolver. O bichão foi ficando duro, duro e em riste ! ' Qual o tamanho disso ? Largura de uma lata de Red Bull, ou mais, e comprimento de... de...','... 25cms, senhora !',' E cabeçudo ! Peço segurá-lo ?',' Melhor, ajoelhada... toma essas almofadas para colocar nos joelhos, querida...', disse, jogando as duas na direção deles.

Anônimo disse...

Não foi preciso dizer que ela caiu de boca no caralho do rapaz. Jefferson não tinha 23 anos e sim 27 anos e ela nem por isso parou de mamar. Era de uma dificuldade só pois Vana tem uma boquinha carnuda e pequena mas ela não parou. 'Quero beber a sua porra '!, disse, num certo instante. O negro ficou louco de tesão e mandou ela continuar o serviço. Eu fiquei excitado sentado no sofá. Num instante, uns 10 minutos após a coisa começar, o Jefferson assumiu o trabalho de punhetar o próprio caralho. Mandou ela abriu bem a boca, o que Vana com a língua para fora, esperando receber a porra quente. Ele 'pousou' a ponta da enorme glande na língua da Vana e ela fechou os olhos. Vi quando uma explosão forte de esperma, um primeiro jato forte e bem leitoso saiu na direção da boca, do rosto e da testa, dos cabelos da minha esposa. Ela, vendo que perderia o precioso líquido, tratou de segurar o tronco do pau e direcioná-lo certo, enfiando a glande para dentro da boca. Engolia tudo cm ele gemendo várias vezes para cada ejaculação que dava, acredito! Ela partiu para o banheiro para se lavar, meio envergonhada. Voltando, pediu mais cerveja. Sentou-se ao meu lado toda suada já que chovia forte lá fora e na casa, uma pequena casa, estava um calor absurdo pois tudo estava fechado. Jefferson estava cansado mas bastante feliz. Não esperava estar esporrando forte numa boca de uma loira linda e super gostosa, no auge da sua gostosura, num sábado chuvoso num bairro perdido numa área dos subúrbios cariocas. Queria mais e não era esse o planejado. Eu não teria como lutar com um macho mais novo que queria pegar novamente a fêmea.
' Agora, onde eu vou, dona Vana ? Na boceta ou no bumbum ? Formado em Direito, vi uma brecha aí, na 'lei da bruxa'.' Querida, dê a boceta para ele e depois vamos embora...', disse.' Boceta e rabo já comi de várias mas adoro um rabo de loira que só vi em sites pornos ou em revistas. E nas praias. nunca comi uma bunda de loira...', disse o Jefferson.' Rapaz, voltamos na próxima semana até porque ela quererá voltar. Lhe direi um segredo. Minha esposa quer dar a bunda par um pau que ejacule forte, muito forte e você esporrou tanto que sobrou pro rosto dela. E até o cabelo dela estava sujo. Estava com o rostinho todo esporrado e isso na primeira ejaculação ! Ela quer essa porra toda na bunda mas, agora, só quando você estiver preparado novamente. ' Então tá. Mas ainda tenho tesão então, dona Vana, prá cima da minha mesa de jantar, por favor...'.

Anônimo disse...

O tesão de Vana fez com que ela logo subisse, com a ajuda do Jefferson, na mesa de jantar de fórmica. Ela deitou e abriu as pernas numa rapidez que até eu fiquei envergonhado. Ela já tinha escolhido o seu novo macho. O pau do rapaz logo estava duro novamente e por ser ele alto, na direção exata da buceta gordinha dela. Fora da bermuda de jeans permanecia mas ele foi rápido em retirar a calcinha dela. Segurou-a pelas coxa e com uma facilidade enorme penetrou-a ! Estava bem úmida já que muito excitada. Muitas estocadas foram dadas e gemidos fortes eram dados por Vana. Ele, por sua vez, tinha um palavreado de baixo calão muito bom para um rapaz. Não errava os momentos. Ia no ouvido dela e enquanto metia, dizia boas pertinho da orelha dela. Vana gozou duas vezes, dito por ela mesma. Ele esporrou na barriga dela já que tinha retirado o vestido e o sutiã. Muita porra ainda. Ficamos, então, de voltar no próximo sábado para a enrabada. Pedimos que ele não desperdiçasse a porra durante esta semana. Topou.
Uma semana depois, o rabo foi devidamente comido com azeite. Vana chorou mas deixou que o rapaz fizesse serviço como a bruxa tinha pedido: gozar e, depois, endurecer novamente dentro do cú e gozar de novo. De quatro.

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Hoje, Vana está feliz. Segui, certa vez, e vi ela com o senhor negro, entrando dentro de um carro e indo parar num motel. Depois, na volta, de táxi, entrando no nosso prédio e indo conversar com a bruxa velha já que o elevador estava parado no andar da escrota agenciadora. Bom, como previsto. Sou um corno muito filho da puta.


Alfredinho.