quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Leitor envia: Negão arrombou minha mulher

Oi, Somos um casal português. Eu me chamo José e minha esposa Vera. A gente gostaria que publicasse esse conto da 1ª vez que percebi que amava ser corno.
Abraço e beijo,
José e Vera




NEGÃO ARROMBOU MINHA MULHER

Meu nome é José, tenho 32 anos,  e  há cerca de 2 meses descobri que sou corno. Descobri também que adoro ser corno.


Sou português, vivo em Lisboa, e devido á minha profissão de diretor de vendas de uma empresa multinacional viajo bastante, principalmente para Angola e  Brasil, onde por vezes fico mais de 15 dias. Por isso sei escrever do vosso jeito.


Sempre fui um cara tímido e introvertido. Não sou muito atraente e tenho um pintinho de 14 centimetros. Nunca tive muito á vontade com as mulheres, por isso dediquei-me bastante ao estudo e mais tarde ao trabalho. Até casar com a Vera, só tinha tido dois relacionamentos  curtos, e duas namoradinhas na adolescência. Minha experiência sexual numa escala de 1 a 5, era 2.


Conheci a Vera num jantar em casa de uma prima, pois ela e Vera na época eram colegas de trabalho. Vera tinha-se divorciado há uns meses e minha prima sabendo que eu queria muito ter alguém,  convidou eu e a colega pra vir jantar em casa dela junto com outros amigos, pra ver se pegava.


Nem quero lembrar esse jantar. Eu tava  impressionado demais com a beleza de Vera, e não consegui nem falar com ela direito, pois achava ela areia demais pra meu caminhão.


Quando cheguei no meu apartamento masturbei-me duas vezes pensando nas mamas empinadas e gostosas de Vera, fantasiando que transava com ela.


Vera tem 31 anos, cabelo castanho claro comprido, olhos castanhos escuros, cintura fina, rabo empinado e  seios grandes e empinados.


A minha dedicação aos estudos deu-me a vantagem de ter um bom emprego, com um bom salário e outros benefícios, como automóvel da empresa, seguro de saúde, etc. Acho que  foi isso que atraiu Vera.


Passados dois dias desse jantar Vera ligou-me e convidou-me pra pegar um cinema. Passados três meses casámos (de papel passado).


No primeiro ano e meio de casados foi  maravilha. Faziamos amor todos os dias e ela era muito carinhosa comigo. Mas aos  poucos ela foi mudando. Cada vez era  menos meiga comigo e por vezes me gritava. Como sou um cara submisso e não gosto de briga, fui deixando que ela tomasse o comando de tudo em nossa vida. E no que respeita a sexo, percebi que cada vez ela tinha menos vontade de transar comigo.


Pensei que isso se devesse ao facto de eu insistir com ela pra ter um filho. Ela falava  que primeiro tinha seu trabalho e não queria engravidar. Eu achava que era só isso e nem pensava que podia ter outras razões..


Um dia eu saí de casa pro aeroporto pois tinha que viajar em trabalho pra Angola. Meu voo tava marcado para as 14,30 horas. Só que, foi atrasando, atrasando ,e acabou por ser anulado devido a avaria no avião. Como avisaram que só ia ter voo no dia seguinte, voltei pra casa pois vivo apenas a 8 Kms do aeroporto.


Cheguei em casa eram umas 10 horas da noite. Abri a porta e logo percebi que algo tava se passando de estranho. Ouvi  gemidos e percebi que era Vera.  Não precisei de muito tempo pra entender o significado desses gemidos. A cachorra de minha mulher tava transando com alguém, no nosso quarto.


Fiquei para um tempão, paralisado, cheio de ciúme e raiva, pensando que atitude tomar. A puta nunca tinha gemido assim quando transava comigo. Devia ser um macho bem dotado e comedor  pra dar tanto prazer pra ela. Procurando não fazer barulho, fui até nosso quarto. A safada tava tão certa que eu tava a milhares de Kilometros dali que nem fechou a porta. Espreitei com cuidado pra não me verem.  um negro fortão de quase 1,90 m,  estocando forte na xaninha de minha Vera.


Vera  tava deitada em nossa cama com as pernas apoiadas nos ombros de um negão, que estocava forte sua xaninha.


O cara era fortão, tatuado  e bem alto. Vera gemia que nem uma puta piranha, falando sacanagem, sentindo o caralhão preto indo e vindo em sua  bucetinha rosada.


- Ai…negão safado … que foda gostosa… me arromba toda… ai … isso… garanhão… dá pra sua puta…. Ahhhhh…..uhmmmmm……- Ela falava baixinho e gemia.


Fiquei chocado, por ver como minha adorada esposa, que parecia uma mulher fina,  se oferecia daquela forma a um negão com cara de pilantra e safado, e também por ouvir ela falar sacanagem, coisa que eu nunca imaginara ela ser capaz. Também fiquei chocado  por perceber que comigo ela nunca tinha demonstrado tanto prazer.


O negão  estocava cada vez com mais força, feito um animal, e ela  cheia de tesão, gemia cada vez mais alto e se contorcia toda a cada estocada do macho.


De repente, ele posicionou-se de outra forma e pude ver o seu rosto. Conheci ele. Era o marido de nossa empregada, Maria. Lembrei que ele se chamava Wilson e  trabalhava nas obras e fazia biscatinhos. Uns dois meses atrás ele tinha vindo em nossa casa reparar a canalização de um dos banheiros que tava vertendo água.


- Isso Madame.. abre essa xaninha apertada pra seu macho… isso… caralho… vou arrombar você todinha. – ele falava.


- Ai me fode gostoso … animal … aiii… que bom… ahhh… nego garanhão … me arromba…aiiiii…..isso ….. – ela gemia.


Enquanto isso, o negão aumentou a parada, e percebi que minha esposa tava quase gozando.


Apesar de minha indignação, percebi que  meu pau tava ficando duro. Que caralho … vendo outro cara fodendo minha mulher e tava ficando com tesão ?  Foi aí que percebi que tinha prazer em ser corno.


De repente ela começou a gritar e a revirar muito os olhos e percebi que tava gozando mesmo.


Meti a mão dentro da calça e senti meu pau bem duro. Desabotoei a calça e botei ele pra fora e comecei a me masturbar.


Nesse momento o negão soltou um ronco forte ,  rouco e longo, e começou a acelerar suas investidas.


- Isso… caralho…tome vadia do caralho …ughhhh….uhhhh…..ahhhhh….que fodaaaaa…..vou mandaaarrrr poooorrraaaa….


Wilson acabou gozando. Quando ele tirou o pau de dentro dela, ainda com a camisinha envolvendo menos de metade, me arrepiei com o tamanho e grossura do cacetão dele. Tinha mais de 20 cms. ( meu pau tem 14 cms no máximo).


Aí, eu sem querer, soltei meus leites também, e dei um ahhh. Eles ouviram  perceberam que eu tava assistindo a tudo.


O negão veio logo, abriu a porta e falou:


- Que é isso doutor… gozou  vendo eu dando pau em sua mulher ? Gostou hem ? Gosta de levar chifre, né seu safado?


Nesse momento Vera riu muito, e aquilo me doeu. Subi a calça escondendo meu pau que tava ficando bem pequeno, e fui no banheiro.


Vera foi atrás de mim me falando :


- Agora você sabe seu frouxo. Seu corno. Gostou de ver ? Tudo bem se gosta eu deixo você ver. Pode até vir no quarto.


Entretanto ela tomou um duche e eu fui na cozinha fumar um cigarro.


O negão veio me pedir um cigarro. Tava nu, e sua rola, agora molenga, não deixava de ser um rolão de respeito. Aí me falou:


- Olha doutor se sua mulher não desse pra mim, ela ia dar pra outro. Mulher quando tá a fim de dar, dá mesmo. E pode ficar tranquilo que eu não vou falar pra ninguém. Sou um home casado.




Vera veio também na cozinha. A vadia tava apenas de calcinha fio dental vermelha e de sapatinho  de salto bem alto da mesma cor. Achei ela mais linda que nunca. Tava parecendo uma garota de programa.


Vera sem falar nada sorriu pra mim,  tirou o cigarro da mão dele de Wilson, deu uma fumada, e agarrando sua nuca beijou ele de língua esfregando seus peitos no peito peludo dele.


O comedor  me olhando  acariciou a bunda dela, deu dois tapas fortes, e depois a beijou no pescoço.


Ela  lambeu seu peito peludo, enquanto passava sua pequena mão no cacetãp dele. Aí me olhou de um jeito bem safado e falou :


- Nossa que roludo. Ai marido … não acha ….veja como é  grosso e grande. Ai …nem  sei como aguentei esse rolão todo…depois de anos tendo um pintinho como o seu.


Depois me olhando com um sorriso ainda mais safado chegou perto de mim me segredou. – Quer ver eu chupando esse pauzão né corno safado?


Eu não falei nada, mas tava querendo sim. Claro que a safada  percebeu.


Então ela acariciou o caralho dele um tempão, e depois sem falar nada, caíu de boca nele, e com muita vontade  mamou aquele tição que nem uma profissional.


Em poucos segundos, o pau  endureceu e engrossou na boca dela.


Wilson, aí pegou o cabelo dela, a puxou pro pau, que entrou quase todo, e depois começou a socar muito em sua boquinha vermelha, falando:


- Isso  safada. Chupa bem esse caralho… vai…putinha…isso aí…


Quando o comedor negão  largou sua  cabeça,  ela  começou a lamber  o saco dele  … que loucura … era um sacão bem negro e peludo.  Ela lambia ele todo, e tentava botar uma das bolonas na boca. Eu me sentei num banco e comecei a me masturbar  doido de tesão.


- Ai que saco gostoso … ai garanhão … ai que loucura ….. - Ela falava.


- Gosta do meu saco é? … vou botar meu caralho em sua boca junto com o saco … hã … você quer ?  vou deixar você louquinha pelo seu negão. – Ele falava.


Dizendo isso ele fez minha doce mulher sentar num banco do meu lado e ficando de pé, agarrou o saco junto com a rola e tentou botar tudo na  boca dela. Minha mulher me olhando tentava engolir tudo mas não conseguia, era carne demais.


Então ele pegou ela no colo a levou no quarto, a fez deitar na cama,  e sentou em suas mamas com as coxas musculadas dele a apertando. Depois botou a picona de novo na boca carnuda e vermelhona dela. Ele fazia o pau entrar e sair , e de quando em quando a chicoteava com o cacetão  no rosto. A face de Vera tava bem vermelhona, mas ela parecia tar gostando disso e deixava ele continuar. . Percebendo que eu tava também muito excitado de ver minha mulher apanhando ele começou a me xingar.


- Olhe aí  seu chifrudo… veja  como sua mulher é  puta e comedora de picha (rola)…Logo, logo vou encher a  boquinha dela de porra. Quer ver né ?


Ele socava cada vez mais forte. As bolonas batiam no queixo dela e seus pintelhos arranhavam sua pele suave. De repente ele socou bem forte e jorrou tudo na  boca dela.


- Puta…toma  nessa boquinha… caralho…isso … Ahhh…Urr….Aghhh….engole tudo …ahhhh…


Vendo isso gozei também.


O safado chamou minha Vera de puta gulosa e perguntou se ela tinha achado  sua esporra (porra) gostosa. Ela tinha porra escorrendo por entre os lábios, e respondeu que sim, que tinha adorado. Aí  ele sem mais, colocou a verga já molenga em sua  boca falando que ainda tinha umas gotas saindo e que ela  tinha era de engolir tudo.


Aí deitou junto a ela  e ficou acariciando seu  corpo pequeno e bem feito com suas mãos enormes, elogiando sua  cintura fina e  sua bunda lisinha e empinada.


Depois abriu as pernas dela e começou a dar linguada na xoxota dela, e ela rebolava pedindo mais e xingando o cara de negão safado. Depois de chupar  bastante a xaninha dela ele  se levantou e mostrou o pauzão ainda molenga  pra ela. Ela agarrou ele, caiu de boca, o chupou de novo e punhetou o rolão como uma verdadeira puta.


- Nossa seu corno. Olha como sua mulher chupa meu pau. Tava bem necessitada.  Parece que você não tem competência pra satisfazer essa cachorra– Ele falou rindo e me olhando com ar de desafio.


Então ele agarrou ela e a fez deitar na cama de costas. Vendo que ele se preparava pra comer a bunda dela, falei que não podia. Que isso não…que um pauzão daquele tamanho ía deixar seu buraquinho  em sangue.  Ela nunca tinha deixado eu comer o cu dela e agora ía dar pra um cacetão desses? Isso eu não queria.


- Tá louco seu corno manso. Acha que eu ía perder a oportunidade de comer um cuzinho gostoso como o de sua mulher. Não tá vendo que ela tá louca pra levar no cu, seu babaca ?. – Ele falou de forma bem agressiva.


Eu não tinha forma de afrontar um cara daquele tamanho e me calei pra não levar.


- Pensa que eu nunca tomei no cú maridão ? Tu tava cego, hem. Tou cansada de tomar no cú e adoro. Tá certo que esse macho é dotado demais, mas não se preocupa que com um pouco de gel eu aguento. Vai no banheiro buscar uma camisinha e o gel. Anda … vai logo seu corno .. tá esperando o quê.


Sem outra saída fiz o que ela tava mandando. Dei uma camisinha pra ele  e o gel pra ela. E depois pra ele.





Ele botou um dedo no cuzinho dela, e ela excitada falou:


- Ai gostoso, vem comer  meu bumbum, vem. Me faça de sua puta…me come toda vai.


Se dirigindo a mim, ele falou.


- Nossa. Tá vendo doutor,  sua mulher tem o cu bem molhadinho. Tá doidinha pra levar vara no bumbum.


Depois ele começou a esfregar a rola bem no meio das  nádegas de Vera, a apertando pela cintura.


Ela  esfregava a bunda no pau dele de modo a sentir bem seu membro, e seu saco na entrada . Ele então depois de botar a camisinha que quase não entrava e de botar ainda mais gel, apontou  o rolão que já tava bem duro e começou a pressionar a portinha do cuzinho de minha mulher com seu pau enorme.


Ele brincou bastante na portinha e quando viu que ela já tava louquinha pra levar pau no cu, começou a enfiar a cabeçorra. Vera  gemia e pedia pra ele  parar um pouco … ele parava … e depois continuava. Ela gemeu um pouco de dor, mas pra meu espanto, logo, logo, o rolão tava todo dentro.


-Que cuzinho  maravilhoso e apertadinho você tem …. gostosa. – O negão falava.


A vadia gemia de tezão enquando o pau grande e duro do cara entrava e saia do cu dela, bem devagar. Eu sentei na cama junto deles batendo punheta e tentando não gozar logo.


Aí ela me pediu um beijo, eu dei e ela me beijou com ardor me fazendo sentir o gosto do pau do negão que pouco antes ela tinha chupado.


O  pau do negão entrava e saia do cuzinho de minha esposa num ritmo cada vez mais rápido. Ao mesmo tempo,  ele dava tapas bem fortes em suas  nádegas.


Vera parecia estar gostando muito desses tapas e pedia mais forte, gemendo e rebolando a bunda contra o pauzão dele.


A fodendo com fúria, o garanhão a empurrou contra a cabeceira da cama. Ela pressionava a bunda contra o pau do negão fazendo ele falar safadezas e roncar como um animal. Aí lembrei que meus vizinhos do lado deviam tar ouvindo tudo.


De repente ele deu duas fortes estocadas e percebi que tinha largado porra. Ele ainda ficou dentro dela uns 2 minutos estocando seu pau em sua bunda. Depois tirou a camisinha e esfregou o pau melado na xoxota dela, até que deitou em cima dela, de fraqueza de tanto gozar.


Vendo isso  não aguentei e me vim também.


Minha mulher e seu comedor tavam ambos banhados de suor e cansados.


Uns minutos depois, o negão, se vestiu e falou:


- Madame … sempre que precisar, já sabe que eu tou vindo. È só dar uma ligada.


E me chamando á parte me pediu 50 euros emprestados, que eu envergonhado dei pra ele.


Vera ficou na cama de pernas abertas, exibindo sua xoxotinha vermelha de tão arrombada. Não aguentei e caí de boca nela. Senti o sabor da porra do negão, e meu pau ficou duro de novo. Tentei meter, mas Vera não deixou. Ai me masturbei de novo e tive a gozada mais deliciosa de minha vida.


Depois Vera  e eu fizemos um trato. Sempre que ela me desse chifre, tinha de me chamar pra assistir.
FIM


José
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5 comentários:

Anônimo disse...

tb sou português e adoro estar com casais...se quizeres manda-me um mail:

em07068@hotmail.com

Anônimo disse...

ola tb sou portugues e estou entre luanda e lisboa...
se quiserem estar comigo sou um comedor de 48 anos, 20 cm e adoro estar a 3.
email:

teuamantedotado@gmail.com
teuamantedotado@hotmail.com

Joao paulo

uai.mega disse...

Muito excitante o conto. Parabéns pela esposa que tens. Gostaria que a minha esposa fosse como a tua, ou seja, uma verdadeira puta. Mas ela resiste, mesmo liberada por mim.

MisterCharmoso disse...

Ola eu tenho um blog de aventuras e adoro foder
contactame

Anônimo disse...

Ola gostava de encontrar um casal assim liberal
paulokico@gmail.com