Casal de novinhos. Passando comemoração dos 2 anos de casados no Rio de Janeiro. Resolveram ir no Costão do leme. O caminho "Ted Boy Marino". Dois bares restaurantes ali. Após tirarem foto, o rapaz orgulhoso de sua linda e gostosa esposa de 22 anos, exibindo-a. Inexperiente, inocente. Ninguém mais velho para ensiná-lo. Um 'gavião' mais velho, de olho. Um coroa negro de 61 anos. Servidor público aposentado. Vendo aquele rabo maravilhoso pensava em como empurrar a marreta pra dentro da casadinha. Maldade pura. O rapaz parecia todo alegrinho. Pareciam turistas. Eram. 'Do interior de São Paulo... Não me parece ser comedor de rabos. Não parece ter maldade. Amor... Deve preservar a moça', pensou o velho maldoso. Com a experiência de vida contando, passou a observar mais a moça. Adorava se exibir. 'Um olhar de mulher velha em uma jovem', notou. Arrebitava o rabo, sinal que esta com fogo. Sabe ser boa de bunda, e olhava para todo macho que passava, com um sorriso malicioso. 'Se chegarem, comem. Este rapaz terá problemas futuramente', rápido e preciso na leitura. Estava tomando uma cervejas no bar próximo do casal tirando fotos. "Ei, rapaz ! Gostaria de tomar umas cervejas comigo ? Você é meu convidado...","... Poxa, obrigado, estou com a minha esposa...","...poxa, mô. O bar está cheio, gente esperando do lado de fora. Um calor do cão ! O senhor tem duas cadeiras sobrando. Vamos lá", disse Grazielle. O magrinho Enzo topou. Claudiomiro abriu um sorriso enorme. Primeiro ponto. Negro alto, meio barrigudo, pernas grossas. Tripé. De bermuda branca, camisa Lacoste. Tênis Nike. Quando levantou para cumprimentar Enzo, Grazielle notou não só no tamanho de Claudiomiro para Enzo como também o volume grande na bermuda. Enzo não viu. Claudiomiro, de óculos bem escuros, notou em Grazielle. Tadinha, não tinha as manhas. Apesar de fogo no olhar como as expeientes, não desviava rapidamente quando se assustava com algo. O corpo que fala. E o olhar. Sua postura a ver rapidamente o volume do mastro entre as pernas de Claudiomiro deixou-a desconsertada. A primeira manifestação feminina geralmente é se sentar numa cadeira empinada e passar a mão nos cabelos. Outra, são os bicos dos seios duros. Segundo ponto para o Claudiomiro. O negão não era bobo. Deixou o amigão meia bomba para causar impressão. Controle total. A conversa saiu da forma mais amigável e respeitosa possível !
Tanto que, como tem um carro, Claudiomiro resolveu ciceronear o casal por pontos que o turismo mais comum não vai ou se vai, cobra muito caro. Foram para Pedra de Guaratiba. Para um lugar que só famílias ou conhecidos de militares entram. Almoçaram por lá, peixe, camarões. Garrafa de vinho branco e viram um lindo pôr do sol porque Claudiomiro tinha um irmão sargento que, avisado, deixaram ele e o casal entrarem. Enzo já estava tonto. Calor, bebidas... Grazielle já olha com olhares mais safados para o coroa do pau gigante. Numa cochilada de Enzo na barraca. Grazielle e Claudiomiro foram ao mar de águas cristalinas. Lá, Grazielle fingiu uma escorregada e a mão parou sabe onde, né ? No pau do Claudiomiro. Como se fosse um corrimão dentro da sunga branca que usava dentro da bermuda. 'Gostou, ele está dormindo', disse o canalha. Olharam prá trás e o Enzo, lá de bruços na barraca. 'Que bunda você tem. Quer sentir o pau do teu rabo ? Só se virar e olhar pro mar.... Vem na direção dele, eu tiro o mastro negro prá fora, rapidamente... Só tem uma família longe da gente. Não estão nem aí para o que fazemos. Fico de olho no teu marido...'. A safada riu, quis experimentar. Trouxe o belo rabo até o pau de 22 centímetros, grosso que nem um galho de arvore, cheio de veias estufadas. Uma glande que ela, vendo, quase se abaixou para mamar. Tinha bebido pouco mas o álcool fazia efeito também. Empurrou a bunda bom vontade de encontro a pau negro de Claudiomiro e rebolou. Não parou. Poderia até ter uma penetração na bocetinha já que o pau ficou entre as pernas dela. Ela via o 'monstro cabeçudo' ! Apertou as coxas para sentí-lo mais. Mas Enzo acordou e se sentou na barraca. Claudiomiro largou Grazielle, segurava-a com suas mãos enormes pelos braços. Mostras força e dominação. mergulhou e foi para longe só aparecendo uns 5 metros a frente, mais ao fundo. Enzo vendo os doi, balançou o braço, levantou-se e foi cambaleante até Grazielle que saía desconsertada do mar. Dúvidas surgiram na cabeça. O pau pequeno do marido. Um pau enorme de um estranho. A tentação ao experimento estava deixando ela em dúvidas
Claudiomiro levou-os para jantar. O plano estava dando certo. Crescera na região. Conhecia gente lá. Um amigo, agora no Espírito Santo, deixara as chaves de uma pequena casa em Barra de Guaratiba onde Claudiomiro levava as quengas, casos esporádicos e casadas para lá. Virará seu 'abatedouro'. Acabado o jantar, mais bebidas, Enzo dormiu no carro. Foram para lá. Grazielle não se continha. Claudiomiro disse qual era a sua intenção. Ela ficou nervosa. "Bumbum, nunca dei...","...deixa comigo. Xilocaína e muito KY. Você vai gostar...". Na sala, Enzo dormia. No quarto...
6 comentários:
Sim sempre que compra um quero que compre o menor possivel
Aproveito para divulgar o nosso blog
oqueachamdela.blogspot.pt
Visitem, Votem e Comentem
Obrigado
oi
Casal de novinhos. Passando comemoração dos 2 anos de casados no Rio de Janeiro. Resolveram ir no Costão do leme. O caminho "Ted Boy Marino". Dois bares restaurantes ali. Após tirarem foto, o rapaz orgulhoso de sua linda e gostosa esposa de 22 anos, exibindo-a. Inexperiente, inocente. Ninguém mais velho para ensiná-lo. Um 'gavião' mais velho, de olho. Um coroa negro de 61 anos. Servidor público aposentado. Vendo aquele rabo maravilhoso pensava em como empurrar a marreta pra dentro da casadinha. Maldade pura. O rapaz parecia todo alegrinho. Pareciam turistas. Eram. 'Do interior de São Paulo... Não me parece ser comedor de rabos. Não parece ter maldade. Amor... Deve preservar a moça', pensou o velho maldoso. Com a experiência de vida contando, passou a observar mais a moça. Adorava se exibir. 'Um olhar de mulher velha em uma jovem', notou. Arrebitava o rabo, sinal que esta com fogo. Sabe ser boa de bunda, e olhava para todo macho que passava, com um sorriso malicioso. 'Se chegarem, comem. Este rapaz terá problemas futuramente', rápido e preciso na leitura. Estava tomando uma cervejas no bar próximo do casal tirando fotos. "Ei, rapaz ! Gostaria de tomar umas cervejas comigo ? Você é meu convidado...","... Poxa, obrigado, estou com a minha esposa...","...poxa, mô. O bar está cheio, gente esperando do lado de fora. Um calor do cão ! O senhor tem duas cadeiras sobrando. Vamos lá", disse Grazielle. O magrinho Enzo topou. Claudiomiro abriu um sorriso enorme. Primeiro ponto. Negro alto, meio barrigudo, pernas grossas. Tripé. De bermuda branca, camisa Lacoste. Tênis Nike. Quando levantou para cumprimentar Enzo, Grazielle notou não só no tamanho de Claudiomiro para Enzo como também o volume grande na bermuda. Enzo não viu. Claudiomiro, de óculos bem escuros, notou em Grazielle. Tadinha, não tinha as manhas. Apesar de fogo no olhar como as expeientes, não desviava rapidamente quando se assustava com algo. O corpo que fala. E o olhar. Sua postura a ver rapidamente o volume do mastro entre as pernas de Claudiomiro deixou-a desconsertada. A primeira manifestação feminina geralmente é se sentar numa cadeira empinada e passar a mão nos cabelos. Outra, são os bicos dos seios duros. Segundo ponto para o Claudiomiro. O negão não era bobo. Deixou o amigão meia bomba para causar impressão. Controle total. A conversa saiu da forma mais amigável e respeitosa possível !
Tanto que, como tem um carro, Claudiomiro resolveu ciceronear o casal por pontos que o turismo mais comum não vai ou se vai, cobra muito caro. Foram para Pedra de Guaratiba. Para um lugar que só famílias ou conhecidos de militares entram. Almoçaram por lá, peixe, camarões. Garrafa de vinho branco e viram um lindo pôr do sol porque Claudiomiro tinha um irmão sargento que, avisado, deixaram ele e o casal entrarem. Enzo já estava tonto. Calor, bebidas... Grazielle já olha com olhares mais safados para o coroa do pau gigante. Numa cochilada de Enzo na barraca. Grazielle e Claudiomiro foram ao mar de águas cristalinas. Lá, Grazielle fingiu uma escorregada e a mão parou sabe onde, né ? No pau do Claudiomiro. Como se fosse um corrimão dentro da sunga branca que usava dentro da bermuda. 'Gostou, ele está dormindo', disse o canalha. Olharam prá trás e o Enzo, lá de bruços na barraca. 'Que bunda você tem. Quer sentir o pau do teu rabo ? Só se virar e olhar pro mar.... Vem na direção dele, eu tiro o mastro negro prá fora, rapidamente... Só tem uma família longe da gente. Não estão nem aí para o que fazemos. Fico de olho no teu marido...'. A safada riu, quis experimentar. Trouxe o belo rabo até o pau de 22 centímetros, grosso que nem um galho de arvore, cheio de veias estufadas. Uma glande que ela, vendo, quase se abaixou para mamar. Tinha bebido pouco mas o álcool fazia efeito também. Empurrou a bunda bom vontade de encontro a pau negro de Claudiomiro e rebolou. Não parou. Poderia até ter uma penetração na bocetinha já que o pau ficou entre as pernas dela. Ela via o 'monstro cabeçudo' ! Apertou as coxas para sentí-lo mais. Mas Enzo acordou e se sentou na barraca. Claudiomiro largou Grazielle, segurava-a com suas mãos enormes pelos braços. Mostras força e dominação. mergulhou e foi para longe só aparecendo uns 5 metros a frente, mais ao fundo. Enzo vendo os doi, balançou o braço, levantou-se e foi cambaleante até Grazielle que saía desconsertada do mar. Dúvidas surgiram na cabeça. O pau pequeno do marido. Um pau enorme de um estranho. A tentação ao experimento estava deixando ela em dúvidas
Claudiomiro levou-os para jantar. O plano estava dando certo. Crescera na região. Conhecia gente lá. Um amigo, agora no Espírito Santo, deixara as chaves de uma pequena casa em Barra de Guaratiba onde Claudiomiro levava as quengas, casos esporádicos e casadas para lá. Virará seu 'abatedouro'. Acabado o jantar, mais bebidas, Enzo dormiu no carro. Foram para lá. Grazielle não se continha. Claudiomiro disse qual era a sua intenção. Ela ficou nervosa. "Bumbum, nunca dei...","...deixa comigo. Xilocaína e muito KY. Você vai gostar...".
Na sala, Enzo dormia. No quarto...
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